Ser, José Leonilson - Sesc Carmo

com Laerte Késsimos. Dir.: Aura Cunha. Dramaturgia: Leonardo Moreira.<p>O espetáculo é uma costura poética entre a vida e obra do artista plástico José Leonilson (1957-1993) e a biografia de Laerte Késsimos, que o idealizou. Com direção de Aura Cunha, dramaturgia de Leonardo Moreira, música original de Marcelo Pellegrini, cenário de Marisa Bentivegna e iluminação de Aline Santini, a peça explora as inquietações de ambos os artistas.</p> <p>Elaborado a partir de depoimentos biográficos e artísticos de Leonilson, além de registros sonoros feitos por Laerte durante a criação, o espetáculo alinhavado diante do público aborda temas como a feitura artística como autorretrato, a casa de infância como ambiente de domesticação, a sexualidade como campo de batalha, as pontes amorosas como travessia e a doença como reconciliação com a finitude.</p> <p>A obra se aproxima diretamente da criação de Leonilson, transformando o processo de investigação de Laerte, os vestígios criativos e os áudios históricos em elementos da própria peça. É um bordado onde frente e verso são compartilhados publicamente, revelando suas amarras, cortes, sobras de linha, correções, imperfeições, pontos e nós.</p>

Ser, José Leonilson

Ser, José Leonilson

📍
Sesc Carmo
📅
11/26/2025 - 11/27/2025
60
💰
à partir de 25.00

Sobre a peça

com Laerte Késsimos. Dir.: Aura Cunha. Dramaturgia: Leonardo Moreira.O espetáculo é uma costura poética entre a vida e obra do artista plástico José Leonilson (1957-1993) e a biografia de Laerte Késsimos, que o idealizou. Com direção de Aura Cunha, dramaturgia de Leonardo Moreira, música original de Marcelo Pellegrini, cenário de Marisa Bentivegna e iluminação de Aline Santini, a peça explora as inquietações de ambos os artistas.

Elaborado a partir de depoimentos biográficos e artísticos de Leonilson, além de registros sonoros feitos por Laerte durante a criação, o espetáculo alinhavado diante do público aborda temas como a feitura artística como autorretrato, a casa de infância como ambiente de domesticação, a sexualidade como campo de batalha, as pontes amorosas como travessia e a doença como reconciliação com a finitude.

A obra se aproxima diretamente da criação de Leonilson, transformando o processo de investigação de Laerte, os vestígios criativos e os áudios históricos em elementos da própria peça. É um bordado onde frente e verso são compartilhados publicamente, revelando suas amarras, cortes, sobras de linha, correções, imperfeições, pontos e nós.

Ficha Técnica

Elenco

Direção

Roteiro

Cenografia

Trilha Sonora

Iluminação

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